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Detenção, tortura e maus-tratos

Amade Abubacar

Segundo o CPJ e a Amnistia Internacional, Amade Abubacar foi detido pela polícia em Macomia em 5 de janeiro de 2019, sem mandado, enquanto entrevistava e fotografava pessoas deslocadas pela violência armada. Foi entregue aos militares e permaneceu 12 dias incomunicável em Mueda, período durante o qual denunciou maus-tratos. A Amnistia documenta a acusação formal em 16 de abril e a liberdade provisória em 23 de abril de 2019, enquanto aguardava julgamento.

Amade Abubacar
Data do incidente5 de janeiro de 2019
LocalizaçãoMacomia; custódia militar em Mueda e posterior detenção na prisão de Mieze, Pemba, Cabo Delgado
Afiliação ou organizaçãoJornalista da Rádio e Televisão Comunitária Nacedje de Macomia e colaborador de outros órgãos de comunicação
Rastreabilidade

Fontes atribuídas

3 fontes

Este registo reúne informações publicadas pelas fontes citadas. O OBCIV não confirma autoria, responsabilidade criminal ou motivação política e não substitui uma investigação oficial.

Documentação

Evidência documental e citações

“On the same day, Amade was transferred from police custody to military custody, where he spent 12 days in incommunicado detention”

Amnistia InternacionalLer publicação original

“Os dois jornalistas da Rádio e Televisão de Macomia, presos em Cabo Delgado, foram hoje restituídos à liberdade sob termo de identidade e residência”

“A polícia prendeu Abubacar em uma estação de autocarros em Macomia em 5 de janeiro, enquanto fotografava famílias que fugiram dos ataques de combatentes”

Committee to Protect JournalistsLer publicação original
Participação

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